Leprosaria era o nome atribuído a estabelecimentos para os quais as pessoas contaminadas com lepra eram enviadas a fim de isolá-las do resto da população, com o intuito de conter a contaminação pela doença.
As leprosarias foram um efeito secundário cultural da lepra, uma das doenças infecciosas mais mortais e mutiladoras de todos os tempos.
A lepra existe ainda hoje, principalmente nos países subdesenvolvidos, mas é facilmente tratada com antibióticos.
Antes que se descobrisse a cura da doença, os pacientes eram enviados a colónias isoladas, chamadas leprosarias. Lá, cada um tinha que tomar conta de si, pois não havia muita ajuda externa. Eram lugares cruéis, sem lei e com pouca protecção, onde os pacientes tinham que levar adiante suas vidas.
Em Portugal uma das principais gafarias estava situada na cidade de Alfena.
Algumas leprosarias chegaram mesmo a cunhar moeda, seguindo a ideia de que, se fosse permitido que os leprosos manuseassem o dinheiro normal, a doença espalhar-se-ia mais facilmente.
As leprosarias foram um efeito secundário cultural da lepra, uma das doenças infecciosas mais mortais e mutiladoras de todos os tempos.
A lepra existe ainda hoje, principalmente nos países subdesenvolvidos, mas é facilmente tratada com antibióticos.
Antes que se descobrisse a cura da doença, os pacientes eram enviados a colónias isoladas, chamadas leprosarias. Lá, cada um tinha que tomar conta de si, pois não havia muita ajuda externa. Eram lugares cruéis, sem lei e com pouca protecção, onde os pacientes tinham que levar adiante suas vidas.
Em Portugal uma das principais gafarias estava situada na cidade de Alfena.
Algumas leprosarias chegaram mesmo a cunhar moeda, seguindo a ideia de que, se fosse permitido que os leprosos manuseassem o dinheiro normal, a doença espalhar-se-ia mais facilmente.
Fonte: Wikipédia e Dicionário da História da Igreja em Portugal (v.Assistência)


