Os Amigos de Raoul Follereau... em Ermesinde, na luta contra a lepra e todas as lepras...
terça-feira, 22 de setembro de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
ASSINE E DIVULGUE "O AMIGO DOS LEPROSOS" !
Assinatura anual: 10,00€
Leia assine e dê a conhecer a outros o trabalho, o serviço fraterno em prol dos enfermos de lepra que a APARF desenvolve um pouco por todo o mundo e que esta publicação de algum modo reflecte.
OBRIGADO.
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009
FESTA DO PADROEIRO S.LOURENÇO (APARF PRESENTE) !
Dia 9 de Agosto, Domingo, véspera da festa litúrgica em honra de S. Lourenço, diácono e mártir, padroeiro da paróquia de Ermesinde, decorreu, para além da Eucaristia solene das 11h, presidida por D. António Taipa, Bispo Auxiliar da Diocese do Porto, pelas 17h, pelas ruas da cidade adjacentes à igreja matriz uma procissão, na qual se incorporaram diversos movimentos e serviços da paróquia e as imagens de Santos, nelas se incluindo o de S. Lourenço.
A APARF, esteve presente nesta manifestação pública de fé, através da bandeira transportada por dois membros do grupo local - a Mónica e o Miguel.
A temperatura um tanto elevada não desmotivou muitos que se incorporaram na procissão e muitos mais que nas bermas e passeios viram passar a procissão com a imagem do seu padroeiro.
A presença da APARF impunha-se já que é um dos movimentos integrados no sector sócio-caritativo do conselho pastoral paroquial - CPP.
A luta contra a lepra e as lepras presente na cidade de Ermesinde que muito acarinha esta causa.
São muitos os Ermesindenses que conhecem e apoiam o serviço fraterno aos enfermos de lepra, contribuindo com a sua generosidade e palavras de simpatia.
Obrigado a Ermesinde, à paróquia da qual orgulhosamente nos sentimos parcela e à comissão das festas em honra de S. Lourenço.
Como se medita no salmo no dia deste Santo: "feliz o homem que se compadece e empresta".
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sábado, 8 de agosto de 2009
A BELEZA DOS SONHOS (POR UM MUNDO SEM LEPRA...) !
Todo o ser humano possui sonhos.
Sonhos grandes, sonhos pequenos, sonhos.
Sonhos nascem a cada dia, a cada hora, a cada minuto.
Sem percebermos um sonho nasce dentro do nosso coração.
Sonhos motivam-nos a viver, a continuarmos caminhando. Vivemos, na verdade, na busca da realização dos nossos sonhos.
Às vezes, pessoas que estão ao nosso redor tentam matá-los com palavras de pessimismo. Acham que, se não podem realizar os seus sonhos, as outras pessoas também não merecem realizar os seus.
Puro egoísmo. Muitas vezes, achamos que não conseguiremos realizá-los, que eles estão muito distantes de nós. Ou achamos que não merecemos, porque não somos ninguém. Se não acreditarmos neles, perdemo-los. Temos que tirar do baú os sonhos, caso contrário, eles envelhecem e assim não conseguiremos mais realizá-los.
A realização vem pela luta, esforço e persistência.
Caminhar ao lado de pessoas que nos motivem a sonhar e a persistir nos mesmos é muito importante. É um passo para a realização deles. Mesmo que tudo nos leve a pensar que parece impossível, não desistamos do nosso sonho. Busquemos forças dentro de nós. Peçamos ajuda a Deus. Nenhuma oração volta sem resposta.
Acreditemos que tudo pode acontecer quando desejamos do fundo do coração.
Da bíblia temos que: "Tudo posso naquele que me fortalece". Tudo e não algumas coisas!
Acreditemos na beleza dos nossos sonhos e na capacidade de realizá-los.
Somos capazes! Sonhemos sempre. Nunca deixemos de sonhar e seremos sempre uns vencedores.
Sonhos grandes, sonhos pequenos, sonhos.
Sonhos nascem a cada dia, a cada hora, a cada minuto.
Sem percebermos um sonho nasce dentro do nosso coração.
Sonhos motivam-nos a viver, a continuarmos caminhando. Vivemos, na verdade, na busca da realização dos nossos sonhos.
Às vezes, pessoas que estão ao nosso redor tentam matá-los com palavras de pessimismo. Acham que, se não podem realizar os seus sonhos, as outras pessoas também não merecem realizar os seus.
Puro egoísmo. Muitas vezes, achamos que não conseguiremos realizá-los, que eles estão muito distantes de nós. Ou achamos que não merecemos, porque não somos ninguém. Se não acreditarmos neles, perdemo-los. Temos que tirar do baú os sonhos, caso contrário, eles envelhecem e assim não conseguiremos mais realizá-los.
A realização vem pela luta, esforço e persistência.
Caminhar ao lado de pessoas que nos motivem a sonhar e a persistir nos mesmos é muito importante. É um passo para a realização deles. Mesmo que tudo nos leve a pensar que parece impossível, não desistamos do nosso sonho. Busquemos forças dentro de nós. Peçamos ajuda a Deus. Nenhuma oração volta sem resposta.
Acreditemos que tudo pode acontecer quando desejamos do fundo do coração.
Da bíblia temos que: "Tudo posso naquele que me fortalece". Tudo e não algumas coisas!
Acreditemos na beleza dos nossos sonhos e na capacidade de realizá-los.
Somos capazes! Sonhemos sempre. Nunca deixemos de sonhar e seremos sempre uns vencedores.
Na foto: (da direita para a esquerda)
Sr. Abel (enfermo de lepra no Rovisco Pais, Tocha), Sr. João Ferreira, Presidente da Direcção da APARF e o Rev. Padre Aurélio (Pároco de S. Pedro Fins e Nogueira da Maia
Sr. Abel (enfermo de lepra no Rovisco Pais, Tocha), Sr. João Ferreira, Presidente da Direcção da APARF e o Rev. Padre Aurélio (Pároco de S. Pedro Fins e Nogueira da Maia
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009
1 DE AGOSTO DE 2009 - ACÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO SOBRE LEPRA
Boa noite.
Quando no dia 01/08 entrei na "nossa casa de Ermesinde", para mais uma reunião do nosso Grupo Local, estava longe de imaginar o que me esperava e o quanto iria ser profícua essa reunião.
Após ter sido lida a acta de última reunião, foi-nos comunicado pelo nosso Coordenador Geral, que o programa deste encontro, seria totalmente preenchido pela intervenção da Srª Drª Mónica Nardone. Sim meus amigos: Srª Drª Mónica Nardone. Pasmados? Somente quem não assistiu é que poderia ficar pasmado.
Quem lá esteve, pôde desfrutar de uma portentosa acção de formação sobre Lepra. Os noviços (onde naturalmente me incluo, conjuntamente com o meu filho João e a nossa amiga Guilhermina), saborearam toda aquela informação, qual criança que come lentamente o seu gelado, com pena de o ver chegar ao fim. Era tal o domínio da situação, que tudo fluia naturalmente (sempre coadjuvada pelas sábias intervenções do Carlos Santos ).
Ficamos a saber (outros apenas relembraram), que a Lepra:
- apareceu na Índia e que remonta a 1500 anos A.C.
- que se tratava de uma doença impura e que originava a marginalização dos leprosos do resto da sociedade, apelidando-os de mortos-vivos
- que o seu nome na altura era Kushita
- que se difundiu por toda a Europa alguns séculos depois
- que se trata de uma doença infecciosa crónica ( Mycrobacterium Leprae )
- que tem um longo período de incubação ( 2 a 5 anos )
- que ataca o sistema nervoso periférico
- que ainda não existe qualquer vacina
- que atinge 1,92% da população mundial
- que o seu nome é de origem grega e significa " escama"
- que a sua transmissão ocorre pelas vias respiratórias ( vias aéreas superiores ), através do tossir, cuspir ou espirrar.
- que está directamente relacionada com alimentação e higiene
- que podemos avaliar se trata de Lepra ou de uma simples irritação cutânea, através da sensibilidade: táctil, dolorosa e térmica.
- que se classifica em tubercoloide, lepromatosa e dimorfa
- que no que concerne ao tipo de lesões pode ser Multibacilar ( mais do que 5 lesões cutâneas ) ou paucibacilar (até 5 lesões cutâneas)
- que os seus tratamentos são feitos através de antibióticos ( diários e sem esquecimentos )
- a sua prevenção pode ser feita através de fisioterapia, massagens, protecção e lubrificação das mãos e etc.
- que a sua distribuição demográfica pelo globo, incide em África e América do Sul.
Nessa altura, perguntamos a nós próprios: E a China? E os países de Leste? Será que estão imunes ou não nos é permitido saber o que lá se passa relativamente a esta doença?
Muito mais havia para dizer, meus amigos. Porém, foi-me pedido apenas um resumo.
Perdoem-me qualquer gafe, mas apenas me servi dos apontamentos recolhidos e sem rede que me alertasse para qualquer erro nas designações técnicas.
Conto com o apoio do Carlos e da Mónica para me informarem dos mesmos.
Como poderão constatar, apesar de Fontilles ser uma paisagem paradisíaca, com Muralhas Inacessíveis, Vales Verdejantes, Rios Apetecíveis e um Sol Mais Radioso que os Restantes (até rimei), a nossa "enviada especial" não foi em turismo. Ouviu, recolheu e transmitiu tudo com classe, sabedoria e enorme dedicação, como somente um profissional o faria.
Quando no dia 01/08 entrei na "nossa casa de Ermesinde", para mais uma reunião do nosso Grupo Local, estava longe de imaginar o que me esperava e o quanto iria ser profícua essa reunião.
Após ter sido lida a acta de última reunião, foi-nos comunicado pelo nosso Coordenador Geral, que o programa deste encontro, seria totalmente preenchido pela intervenção da Srª Drª Mónica Nardone. Sim meus amigos: Srª Drª Mónica Nardone. Pasmados? Somente quem não assistiu é que poderia ficar pasmado.
Quem lá esteve, pôde desfrutar de uma portentosa acção de formação sobre Lepra. Os noviços (onde naturalmente me incluo, conjuntamente com o meu filho João e a nossa amiga Guilhermina), saborearam toda aquela informação, qual criança que come lentamente o seu gelado, com pena de o ver chegar ao fim. Era tal o domínio da situação, que tudo fluia naturalmente (sempre coadjuvada pelas sábias intervenções do Carlos Santos ).
Ficamos a saber (outros apenas relembraram), que a Lepra:
- apareceu na Índia e que remonta a 1500 anos A.C.
- que se tratava de uma doença impura e que originava a marginalização dos leprosos do resto da sociedade, apelidando-os de mortos-vivos
- que o seu nome na altura era Kushita
- que se difundiu por toda a Europa alguns séculos depois
- que se trata de uma doença infecciosa crónica ( Mycrobacterium Leprae )
- que tem um longo período de incubação ( 2 a 5 anos )
- que ataca o sistema nervoso periférico
- que ainda não existe qualquer vacina
- que atinge 1,92% da população mundial
- que o seu nome é de origem grega e significa " escama"
- que a sua transmissão ocorre pelas vias respiratórias ( vias aéreas superiores ), através do tossir, cuspir ou espirrar.
- que está directamente relacionada com alimentação e higiene
- que podemos avaliar se trata de Lepra ou de uma simples irritação cutânea, através da sensibilidade: táctil, dolorosa e térmica.
- que se classifica em tubercoloide, lepromatosa e dimorfa
- que no que concerne ao tipo de lesões pode ser Multibacilar ( mais do que 5 lesões cutâneas ) ou paucibacilar (até 5 lesões cutâneas)
- que os seus tratamentos são feitos através de antibióticos ( diários e sem esquecimentos )
- a sua prevenção pode ser feita através de fisioterapia, massagens, protecção e lubrificação das mãos e etc.
- que a sua distribuição demográfica pelo globo, incide em África e América do Sul.
Nessa altura, perguntamos a nós próprios: E a China? E os países de Leste? Será que estão imunes ou não nos é permitido saber o que lá se passa relativamente a esta doença?
Muito mais havia para dizer, meus amigos. Porém, foi-me pedido apenas um resumo.
Perdoem-me qualquer gafe, mas apenas me servi dos apontamentos recolhidos e sem rede que me alertasse para qualquer erro nas designações técnicas.
Conto com o apoio do Carlos e da Mónica para me informarem dos mesmos.
Como poderão constatar, apesar de Fontilles ser uma paisagem paradisíaca, com Muralhas Inacessíveis, Vales Verdejantes, Rios Apetecíveis e um Sol Mais Radioso que os Restantes (até rimei), a nossa "enviada especial" não foi em turismo. Ouviu, recolheu e transmitiu tudo com classe, sabedoria e enorme dedicação, como somente um profissional o faria.
Parabéns Mónica pelo magnífico trabalho
Miguel Barbosa
Miguel Barbosa
APARF - Grupo Local de Ermesinde
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sábado, 1 de agosto de 2009
A LEPRA TEM CURA... O AMOR !
FÉ, ESPERANÇA E AMOR
Um dia, a FÉ, a ESPERANÇA e o AMOR saíram pelo mundo para ajudar os aflitos.
Quem das três, seria capaz de realizar o melhor trabalho para a glória de Deus?
À beira da estrada da vida encontraram um homem pobre que sofria com uma doença que o deixou paralítico desde nascença. Mendigava às almas caridosas a fim de sobreviver.
À beira da estrada da vida encontraram um homem pobre que sofria com uma doença que o deixou paralítico desde nascença. Mendigava às almas caridosas a fim de sobreviver.
Diante daquela situação, a FÉ tomou a frente da Esperança e do Amor para resolver o caso. Disse:
-Esperem aqui, vou realizar a minha obra na vida daquele infeliz e tirá-lo daquela situação.
A FÉ trouxe ao homem a palavra de Deus e assim ela foi reproduzida no coração dele. Imediatamente aquele homem se rebelou contra aquela situação e usou a FÉ que tinha no coração para determinar sua cura e, no momento em que orava, os seus ossos e juntos tornaram-se firmes.
Finalmente ficou de pé e saltou de alegria.
-Esperem aqui, vou realizar a minha obra na vida daquele infeliz e tirá-lo daquela situação.
A FÉ trouxe ao homem a palavra de Deus e assim ela foi reproduzida no coração dele. Imediatamente aquele homem se rebelou contra aquela situação e usou a FÉ que tinha no coração para determinar sua cura e, no momento em que orava, os seus ossos e juntos tornaram-se firmes.
Finalmente ficou de pé e saltou de alegria.
Não precisava ficar mais à beira da estrada para mendigar e muito menos padecer todas as dores de antes.
Passadas algumas horas, o homem não tinha para onde ir.
Passadas algumas horas, o homem não tinha para onde ir.
Nem casa, nem profissão, que lhe desse condições de se estabelecer na vida.
Neste momento a ESPERANÇA sentiu que era chegada a sua vez de trabalhar.
Neste momento a ESPERANÇA sentiu que era chegada a sua vez de trabalhar.
Ela levou-o para o alto da montanha e fez com que ele visse os férteis campos da terra.
Desta maneira, foi mudando o seu coração e o homem entendeu que podia prosperar.
Movido pela força da ESPERANÇA, ele pôs-se a caminho.
Movido pela força da ESPERANÇA, ele pôs-se a caminho.
Logo conseguiu um emprego, numa fazenda próxima, e rapidamente aprendeu a cultivar a terra. Em pouco tempo, tinha juntado o suficiente para comprar o seu próprio campo.
Com FÉ e ESPERANÇA, renovava as suas forças a cada dia, e em poucos anos expandiu grandemente os seus negócios. As suas colheitas eram exportadas em navio, alcançando portos de todo o mundo.
Ele tinha muitos empregados e tornou-se o homem mais rico da terra.
Com FÉ e ESPERANÇA, renovava as suas forças a cada dia, e em poucos anos expandiu grandemente os seus negócios. As suas colheitas eram exportadas em navio, alcançando portos de todo o mundo.
Ele tinha muitos empregados e tornou-se o homem mais rico da terra.
A FÉ e a ESPERANÇA estavam satisfeitas com o maravilhoso trabalho que haviam produzido na vida daquele homem.
Então disseram ao Amor:
"Não te preocupes em realizar a tua obra. Vês, que juntas, mudamos completamente a vida deste homem, fazendo-o forte e próspero".
Assim, o Amor partiu em busca de alguém a quem pudesse ajudar.
Então disseram ao Amor:
"Não te preocupes em realizar a tua obra. Vês, que juntas, mudamos completamente a vida deste homem, fazendo-o forte e próspero".
Assim, o Amor partiu em busca de alguém a quem pudesse ajudar.
O império daquele homem se expandia por todo o lado, de forma que eram tantas as casas que muitas delas nem sequer conhecia.
Viajou o mundo inteiro e nada mais havia que o surpreendesse.
Viajou o mundo inteiro e nada mais havia que o surpreendesse.
Mas com o passar do tempo o homem foi ficando triste e enfastiado.
“Tenho tudo que um homem possa desejar" dizia ele, "mas ainda me sinto vazio".
A FÉ e a ESPERANÇA conversavam o que podiam fazer para torná-lo forte como antes?
“Tenho tudo que um homem possa desejar" dizia ele, "mas ainda me sinto vazio".
A FÉ e a ESPERANÇA conversavam o que podiam fazer para torná-lo forte como antes?
Ele agora não precisava do milagre da cura nem da Esperança para crer no sucesso do seu futuro, pois era muito rico.
Então as duas foram correndo em busca do AMOR para lhe pedir ajuda.
O AMOR voltou com elas e realizou sua obra no coração daquele homem.
Ao sentir AMOR, ele passou a entender Deus e a sua mais extraordinária obra. Surgiu a necessidade de ajudar outros com os mesmos problemas que os seus. A FÉ e a ESPERANÇA entenderam que embora suas obras tivessem sido de grandeza extraordinária... com o passar do tempo, sem AMOR, tudo perdia o sentido.
Então as duas foram correndo em busca do AMOR para lhe pedir ajuda.
O AMOR voltou com elas e realizou sua obra no coração daquele homem.
Ao sentir AMOR, ele passou a entender Deus e a sua mais extraordinária obra. Surgiu a necessidade de ajudar outros com os mesmos problemas que os seus. A FÉ e a ESPERANÇA entenderam que embora suas obras tivessem sido de grandeza extraordinária... com o passar do tempo, sem AMOR, tudo perdia o sentido.
A FÉ é rápida.... a ESPERANÇA permanece por mais tempo, mas o AMOR...NÃO ACABA NUNCA !!!
Na foto acima: o Sr. Hilário Tiponha (enfermo de lepra) e a voluntária da Aparf a Vanda, em Moçambique.
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domingo, 5 de julho de 2009
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